AVALIAÇÃO FÍSICO-QUÍMICA E MICROBIOLÓGICA DE VITAMINA DE CAJÁ COM DIFERENTES EXTRATOS VEGETAIS
DOI:
https://doi.org/10.37951/2358-260X.2025v13i1.7254Resumo
Resumo: Este trabalho teve como objetivo avaliar as propriedades físico-químicas (Sólidos solúveis (ºBrix), pH, Umidade, Matéria seca e Cinzas) e microbiológicas (coliformes a 35 ºC e a 45 ºC) de vitamina de cajá com diferentes tipos de extratos vegetais. Todas as atividades foram desenvolvidas no Instituto Federal Goiano Ceres e todo o material foi adquirido no mercado local. Um delineamento inteiramente casualizado foi aplicado em quatro tratamentos com três repetições para análise físico-química. Os tratamentos consistiram de controle denominado VLB (Vitamina com leite bovino), VES (Vitamina com Extrato de Soja), VEA (Vitamina com Extrato de Amêndoa) e VEC (Vitamina com Extrato de Coco). As análises de pH, cinzas, sólidos solúveis totais, umidade e matéria seca foram realizadas segundo métodos de (Adolfo Lutz, 2008) e as análises de coliformes a 35 ºC e a 45 ºC pela técnica de tubos múltiplos (NMP/g). Os resultados foram submetidos à ANOVA e as diferenças entre as médias foram comparadas pelo Teste de Tukey a 5% de significância utilizando o software R versão 3.4.3. Observou-se que para os resultados do SST os tratamentos VLB e o VES não diferiram entre si estatisticamente e apresentaram valores elevados em relação à média geral. Os tratamentos VEA e VEC apresentaram valores inferiores à média geral e não diferiram entre si. Para análise de pH, o tratamento VES foi menos ácido quando comparado ao controle, enquanto os tratamentos VEA e VEC apresentaram - se mais ácido que o controle. Para análise de umidade todos os tratamentos diferiram entre si estatisticamente. O tratamento VEA apresentou o maior nível de umidade enquanto o controle apresentou o menor. O maior nível de cinzas foi observado para o tratamento VES em comparação aos demais. O VEA e o VEC apresentaram o menor valor entre todos os tratamentos para cinzas e não diferiram estatisticamente entre si. Os tratamentos apresentaram contaminação para coliformes a 35 ºC para as amostras VLB, VES e VEA e negativa para a amostra VEC. Todas as amostram estavam de acordo os padrões microbiológicos da legislação brasileira quanto à presença de coliformes a 45 ºC, pois todas as amostras foram negativas. Concluímos que a vitamina de cajá com extrato vegetal é uma alternativa para substituir o leite de vaca com a vantagem de não conter lactose e apresentar atributos nutricionais positivos. Todos os tratamentos experimentais apresentaram características físicoquímicas e microbiológicas que atenderam aos padrões da Legislação Brasileira.
Palavras-chave: Spondias mombin; “leite” vegetal; alimentação saudável; cerrado brasileiro.
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